segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tocando em frente


 foto acervo pessoal



Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha,e ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,
estrada eu sou

Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,
de ser feliz

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, de ser feliz.



Tocando Em Frente

Do Show de Almir Sater
10o. Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba - MG- 28/11/2012 

domingo, 29 de julho de 2012

Concentração - Dedicação - Disciplina








"Nenhum vapor ou gás consegue mover alguma coisa até estar confinado.




Nenhuma queda-d´água se transforma em luz e energia até ser canalizada.



E nenhuma vida cresce até estar concentrada, dedicada e disciplinada.



Harry Emerson Fosdick

fotos do google

sábado, 28 de julho de 2012

Quando me aposentar...



Como é estranha a nossa pequena progressão na vida!

A criança diz: "Quando eu for um menino grande."



O menino grande diz: "Quando eu for adulto".



E quando se torna adulto diz: "Quando eu me casar". 



Mas depois do casamento, pensa: "Quando puder me aposentar".

E quando a aposentadoria chega, ele olha para trás e vê a paisagem percorrida;
um vento frio parece varrê-la;
de alguma forma, ele deixou de apreciá-la e ela não existe mais.



Nós aprendemos tarde demais que a vida consiste em viver intensamente no emaranhado de cada dia e de cada hora. "

Stephen Leacock


Fotos do google

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A própria riqueza

foto google

O maior bem que podemos fazer a uma pessoa 
não é apenas partilhar nossa riqueza com ela, 
mas levá-la a descobrir a própria riqueza.

Benjamin Disraeli

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Projetar Pessoas por Valeria Mello





1-Perfil do Entrevistado:

-nome 
 
Valeria Alves Mello

-atividade desempenhada 
 
-Executiva da área de gestão de pessoas, que mais recentemente assumiu novos desafios em áreas nunca antes navegadas como Marketing, Responsabilidade Social, TI, Suprimentos, Administração e Processos.
 
descrição de sua experiência/perfil  
 
 
-Formada em Psicologia com diversos cursos de extensão na área no Brasil e no exterior;

-Formação em coaching, ministrou diversos cursos de Gestão de Mudança, transformação cultural , governança, projetos;

-Trabalhei em empresas de grande porte como Banco Nacional e Unibanco, Amil, Intelig, Accenture e hoje trabalho na Sete Brasil.

 
2-Para você o que é Projetar Pessoas? 
 
-Para mim, projetar pessoas é identificar o que elas têm de melhor, muitas vezes ajudando-as a perceber essas características, e apoiá-las a desenvolver e compartilhar o que tem de melhor, se lançando em novos desafios, se desafiando a cada dia , tentando fazer o seu melhor.
 
 
3-Conte uma vivência aonde você foi projetado enquanto pessoa:
 
-Quando num momento de minha vida em que eu estava triste e muito chateada, minha irmã que mora na Austrália chegou ao Brasil para nos visitar e fez com que eu me lembrasse de quem eu era, e sempre fui, de toda minha trajetória de sucesso, de tudo que eu tinha superado para chegar onde estou hoje e que qualquer coisa ou pessoa era pequena demais para fazer com que eu questionasse isso.
 
 
4-Cite uma situação em que você pôde contribuir para a projeção de uma pessoa:
 
-No conceito que estou utilizando para projetar pessoas, acho que procuro fazer isso o tempo todo no meu dia a dia com minha familia, amigos, equipe de trabalho.
 
 
5-Passe uma mensagem para o Projetando Pessoas: 
 
-Projete pessoas sempre, desta forma vc tb estará se projetando!

 
 
6-Sugira o que gostaria de encontrar no blog Projetando Pessoas no próximo ano do blog:
 
-Entrevistas com pessoas interessantes de diversas áreas.
 
bjs e obrigada pelo convite


Bem falar de Valeria Mello para mim é no mínimo uma emoção!
Ela é uma pessoa linda, verdadeiramente iluminada!
Posso dizer que já vivemos muitas emoções, choramos e sorrimos juntas e porque não dizer participamos de algumas projeções conjuntas de pessoas em treinamentos, palestras e grandes projetos!
Ela é uma mulher e uma profissional marcante em diversos momentos de minha carreira e por quem tenho imenso carinho!  (e acho que é recíproco!)
Obrigada querida!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Projetando Pessoas Post Office #3


A Editora Sextante tem incentivado a minha atuação no blog me remetendo excelentes livros!!!

Quando o correio chega fico animada para ver o que ele trouxe de bom.

A terceira remessa postal me trouxe 3 livros.

E aí começo a ler compulsivamente todos os livros para escolher trechos e compartilhar com vocês!
Dessa vez li rapidinho os 2 primeiros e li, reli, li de novo, o terceiro, pois preciso fortemente melhorar minha inteligência financeira, aprender a fazer mais com menos, ou a multiplicar talentos, transformar oportunidades e criar receita extra! Quanta inspiração!!!

Seguem os resumos e indicação das postagens que fiz:

1- Oscar Wilde para inquietos  de Allan Percy



Seguem os links das postagens:

Definir é limitar

A crise motiva a criação

2-Sou mulher inteligente porque.... - Steven Carter



Abaixo o link:

Poderosa

3-Os segredos dos casais inteligentes  - Gustavo Cerbasi



 Cuja postagem pode ser encontrada aqui:

Enriquecer é uma arte

Obrigada Sextante, seja sempre super benvinda em minha casa e no Projetando Pessoas!




terça-feira, 24 de julho de 2012

Enriquecer é uma arte


Pois é...


"Como em qualquer vertente artística, colherá melhores frutis o artista que se dedicar mais, que for perseverante, inspirado, disciplinado e que não se acomodar com resultados obtidos no passado. 

Quem aparentementenão nasce com determinado dom artístico pode desenvolvê-lo educando-se com afinco.

Se isso não der origem a uma obra brilhante, ao menos resultará em um trabalho competente."
...

"Porém, assim como nas artes, a união de duas pessoas inspiradas em seus projetos pessoais nem sempre resulta em um fantástico dueto."

"Teoricamente, lidar com dinheiro deveria ser uma tarefa mais simples de se fazer em família do que individualmente.....O que funciona para um indivíduo não necessariamente funcionará para outro ou para a vida a dois, pois existe toda a complexidade de sentimentos, hábitos e histórico familiar envolvidos. isso traduz em duas pessoas com vontades diferentes, expectativas de consumo diferentes, níveis de ansiedade diferentes, conhecimentos  diferentes e habilidades diferentes, principalmente quando se trata de habilidades matemáticas ou econômicas."
...
"Unir forças não é garantia de um conjunto mais forte, principalmente quando o assunto é riqueza.
Quantos casamentos terminam em divórcio por causa de dinheiro?
O mesmo acontece com parceiros de negócios, irmãos, comerciantes e clientes.

O dinheiro é o meio que viabiliza nossas ambições, 
por isso mexe com nossas emoções."



Os casais que são felizes em seu relacionamento e que têm sucesso nas finanças adotam algumas práticas, nem sempre conscientes, que os ajudam a conduzir melhor suas escolhas.
Algumas delas foram aprendidas com exemplos dos pais, outras com o convívio social, e outras tantas podem ter surgido simplesmente da química entre o casal .

Não importa a origem: existem práticas que podem fazer seu relacionamento e sua vida financeira mudaram para melhor. " 
 ...

"Um método para construção de riquezas deve seguir o seguinte raciocínio:

1-gastar dinheiro que ganha com qualidade, a ponto de obter satisfação no consumo cotidiano.
2-ter a certeza de gastar menos de que aquilo que ganha, pensando em ter dinheiro também na fase menos produtiva a que possivelmente chegará no futuro.
3-o dinheiro que sobra deve ser investido;
4-continuamente estudar o desepenho do seu investimento."

E o livro se desenvolve nos levando , qualquer seja a etapa em que estejamos no nosso equilíbrio(ou desequilíbrio) financeiro, a pensar:

"10 passos para equilibrar sua situação financeira e passar a multiplicar riquezas:

1-negociar as dívidas
2-eliminar dívidas não planejadas
3-fortalecer o crédito
4-formar uma reserva de emergências
5-melhorar a qualidade de consumo
6-planejar a renda na aposentadoria
7-poupar regularmente para objetivos de curto e médio prazos
8-estudar continuamente alternativas de investimentos
9-envolver-se com o mercado de investimentos
10-administrar o equilíbrio"

Bem, eu já fiz meu plano de recuperação, será que ainda dá tempo de reverter o cenário e planejar a renda para a aposentadoria?
E saibam, o Projetando Pessoas faz parte desse plano de rentabilização do presente/futuro!!
Será que dará certo??
vamos que vamos, que estou confiante!!!

Julho - atingi 100.000 visitas e 1000 seguidores!!! mais uma meta conquistada!!!!




domingo, 22 de julho de 2012

Atitudes me ganham para sempre....




Sou composta por urgências;
Minhas alegrias são intensas;
Minhas tristezas, absolutas.
Entupo-me de ausências,
Esvazio-me de excessos.
Eu não caibo no estreito,
Eu só vivo nos extremos.

Pouco não me serve,
Médio não me satisfaz,
Metades nunca foram o meu forte!

Todos os grandes e pequenos momentos,
feitos com amor e com carinho,
são para mim recordações eternas.
Palavras até em conquistam temporariamente...
Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre.

Suponho que me entender
Não é uma questão de inteligência
E sim de sentir,
De entrar em contato...
Ou toca ou não toca..."


Clarice Lispector




sábado, 21 de julho de 2012

Blogagem Coletiva - O Corpo de Mulher





A proposta dessa Blogagem Coletiva é falar sobre o Corpo da Mulher
Não é novidade para ninguém que a maioria das mulheres se sente gorda, mesmo que na realidade não seja. 
Essa falta de uma imagem real sobre si mesma mostra o quão pouco a pessoa se ama, e isso é bem preocupante.
Por meditar sobre o quanto a pessoa se auto-avalia e o quanto ela se projeta ao mundo exterior, tendo consciência do seu corpo, do seu eu físico, aderi a Blogagem Coletiva da Aleska Lemos do http://diariosdebordo-2.blogspot.com// .


O corpo, em seu estado mais natural, pode ser visto como uma máquina viva e auto-regulável.
Nesse estado natural, e deixado a cargo de si mesmo, ele controlará e ajustará seu próprio peso de maneira cuidadosa e acurada.
Exclusivamente devido à influência de percepções (posturas) prejudiciais e negativas, o corpo fica confuso, acabando por perder sua capacidade de se auto-regular.
Vale a analogia com um sistema de computação que atua com perfeição, até que alguém o programe para se auto-destruir.

Se conseguirmos nos libertar da influência de concepções e pensamentos negativos que nutrimos com tanta frequência sobre nós mesmos, veremos que a tendência ao equilíbrio interno do corpo humano, ou homeostase, é infinita e magnífica.
 
Se comemos em excesso ou falhamos em seguir uma dieta, é porque nossas posturas e autopercepções afastam-se desse estado ideal.
 
Pessoas bem sucedidas em perder peso tendem a olhar a si mesmos de forma positiva.
 
A fisiologia do nosso corpo é afetada pelos pensamentos, posturas e concepções que lhe impomos.
 
Merecemos ser tratados com respeito e com amor, especialmente por nós mesmos!
 
Precisamos ser assertivos nas palavras que nos dizemos, pois o que dizemos, obtemos!
 
A nossa visão de nós mesmos determina a nossa capacidade de perder peso.
 
Nossas afirmações são ordens para a nossa mente subconsciente.
 
Pense a respeito.
 
Que tipo de mensagens negativas você transmite a si mesmo a respeito do seu corpo?
Que tipo de mensagens negativas você transmite a si mesmo quando está de dieta?
Que tipo de mensagens negativas você transmite a si mesmo quando decide malhar?

Pense a respeito.

De agora em diante, você tem dentro de si o poder de escolher os tipos de mensagens em que concentrará a atenção e aquilo que vai acontecer com seu corpo como resultado.

Você deve decidir sozinho que tipo de mensagem deseja enviar a sua mente e seu corpo.


O que você decide???



Fonte: Tudo o que eu como me emagrece 
Autores: Richard e Barbara Carlson
Círculo do Livro

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amigos de verdade



Os cinco estágios da carreira



Existem cinco estágios em uma carreira.

O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. 
Por exemplo, Heitor de Contas à pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. 
Heitor do Banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: 
Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. 
Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". 
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, um amigo profissional" .

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional

Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. 
 Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. 
 Amigos profissionais solicitam favores. 

Amigos de verdade estão no coração. 
 Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais

É isso que, hoje, chamamos networking
um círculo de relacionamentos 
puramente profissional. 

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Amigos profissionais são necessários. 
Amigos de verdade, indispensáveis.


Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.

Max Gehringer

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Projetar Pessoas por Anna Christina Roldão Salomão

 
 
1-Perfil do Entrevistado -
-nome
 
Anna Christina Roldão Salomão
 
-atividade desempenhada
 
Executiva de TI finalizando um período sabático de 9 meses (de outubro/2011 a junho/2012)
41 anos - mãe e amiga da Marina, esposa e companheira do Anderson.
 
-descrição de sua experiência/perfil
 
Profissionalmente, atuo na área de Tecnologia da Informação há 20 anos,  já fiz de tudo um pouco :   programadora, analista de sistemas, de negócio, consultora, coordenadora e gerente. Quando estagiária, queria ser executiva de uma grande empresa!  
Há 12 anos, trabalho no segmento de Telecom.
 
Pessoalmente, fui mãe aos 17 anos, nunca deixei de estudar.  
Estudava, estagiava e trabalhava.  
Sempre com foco no meu sonho profissional.  
O sonho pessoal, era criar e educar bem a minha filha e transformá-la numa mulher especial para o mundo. Consegui. Ambos.
Atualmente, a minha experiência é única e corajosa.  
Dei um tempo na carreira!  
Viajei,  conheci países e culturas diferentes.  
Cuido de mim.  
Tenho tempo para mim, para a família e para os amigos.
 
 
 
2-Para você o que é Projetar Pessoas?
 
Projetar Pessoas é compartilhar os nossos valores, história de vida e aprendizado com aqueles que nos cercam e buscam energia positiva para seu crescimento pessoal e profissional.
 
3-Conte uma vivência aonde você foi projetado enquanto pessoa,
4-Ou cite uma situação em que você pôde contribuir para a projeção de uma pessoa
 
Difícil encontrar uma determinada situação mas, cada vez que eu recebo um feedback de alguém eu percebo que sou projetada enquanto pessoa e a recíproca é verdadeira. 
Não existe nada melhor do que uma boa conversa, olho no olho, carinhosa e verdadeira. 
 
5-Passe uma mensagem para o Projetando Pessoas:
 
Olhe para o seu futuro e faça escolhas!  
Escolha aquilo que vai te fazer feliz.  
Sorrir... sempre! 
Aproveite e seja positivo!
 
6-Sugira o que gostaria de encontrar no blog Projetando Pessoas no próximo ano do blog:
 
Sendo deste mundo racional, não tenho tanta imaginação e criatividade!  
Impressionante como o blog sempre traz novidades e assuntos interessantes.  
 
Posso sugerir quando tiver um Insight?  Sugestão : Pessoas que mudaram totalmente a carreira para serem felizes!  O Erick Silveira, por exemplo, saiu de TI e agora é assistente de chef de cozinha... devem ter outros... eu não tive esta felicidade mas invejo quem conseguiu!

7- Pergunta NOVA :  Como foi o período sabático?

É muito difícil descrever o que eu senti até porque às vezes percebo em algumas situações que as pessoas não entendem muito eu gostar do meu período sabático mas é maravilhoso!!!! 
 
Depois percebi que além de planejamento e achar o momento certo, tem que ter um pouco ou muita coragem porque a vida muda completamente (para melhor!).  
 
Ir ao cinema a tarde, andar de bike de manhã, ir à academia após 9 hrs, almoçar em casa, fazer unha 15 hrs, não correr para chegar a um compromisso, tanta coisa! 
 
Mas tb tem aquelas caras de :"como assim você não está trabalhando?" 
 
Não me importa até acho engraçado!

Este período foi fundamental para repensar algumas coisas e a mais importante delas é que eu mereço ter qualidade de vida!  
 
A partir de agora, que voltei a trabalhar, tenho que me policiar sempre para não perder esta essência e continuar sendo uma boa profissional.
 
 
 
 
 
Anna é uma pessoa muito querida, que irradia luz, alegria e beleza! Trabalhamos na mesma empresa por cerca de 6 anos e minha admiração por ela é grande. Sua experiências em grandes viagens sempre me atraiu muito e agora em especial seu período sabático tenho certeza servirá de exemplo para muitas pessoas! Obrigada por seu testemunho!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O que é o verdadeiro amor?



 foto do google



Verdadeiro amor não é apenas como você se sente em relação a outra pessoa . 
É muito mais como essa pessoa o faz se sentir sobre si mesmo.

Verdadeiro amor não significa se perder  no outro. 
É ser verdadeiro consigo  mesmo e com ele.

Verdadeiro amor não está no quanto a outra pessoa é legal, mas em como você pode ser legal ao lado dela.

Verdadeiro amor não significa apenas o quanto  você ama o outro. Significa como ele o ajuda a amar a si mesmo.

Verdadeiro amor não significa apenas que uma pessoa encontre um espaço para você no coração dela,mas que ela encontra espaço na vida dela para a sua energia , sua iniciativa, sua ambição, suas paixões, seus interesses e suas necessidades.

Verdadeiro amor não se baseia apenas em como, "no fundo", o outro é bom, mas em como você realmente experimenta as qualidades boas de seu parceiro enquanto estão juntos.

Verdadeiro amor nãose baseia na ansiedade de estarem juntos, mas em como vocês se sentem bem quando estão juntos.

Verdadeiro amor não é o amor que vocês dizem compartilhar; é a vida que vocês realmente compartilham, de forma plena, igual e profunda.

Verdadeiro amor é tratar a outra pessoa como você gostaria de ser tratado.

Verdadeiro amor  é bem-querer.



Fonte: Livro - O acaso não existe. 
Tudo tem uma razão de ser
Mira Kirshenbaum
Editora Bestseller




terça-feira, 17 de julho de 2012

O silêncio dos lobos



Pense em alguém que seja poderoso...
 
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
 
Lobos não gritam. 
Eles têm a aura de força e poder. 
Observam em silêncio.
 Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
 
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
 
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
 
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
 
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
 

Olhe.
 
Sorria.
 
Silencie.
 
Vá em frente.
 

Fonte: Aldo Novak - Por Infinito Particular

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tateando para virar gente grande

foto google
 
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. 
Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. 
Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. 
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. 
E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. 
E não foi ensinada a criar a partir da dor. 
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. 
Uma geração que teve muito mais do que seus pais.
Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. 
Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. 
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. 
Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. 
Por que boa parte dessa nova geração é assim?
Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje.
Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. 
E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. 
Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. 
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. 
Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. 
Mas é possível uma vida sem frustrações? 
Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? 
Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? 
Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. 
Prefere a genialidade. 
O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. 
Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. 
Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. 
Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. 
Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. 
De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. 
Pais e filhos têm pago caro pela crença de que a felicidade é um direito. 
E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. 
Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. 
Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. 
Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?
É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. 
Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. 
Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?
Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. 
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. 
Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? 
Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. 
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. 
É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. 
E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. 
Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. 
E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. 
E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. 
Com tudo o que a realidade é. 
Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. 
Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. 
É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. 
Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. 
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. 
Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. 
Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. 
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. 
De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. 
O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. 
Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. 
E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. 
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. 
Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. 
E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
***recebi do meu amigo Luis Antônio via Facebook